O Sindicato das Secretárias e dos Secretários do DF – SISDF, por força da Constituição Federal, representa os profissionais de secretariado do Distrito Federal como um todo, mas somente o ASSOCIADO pode votar e ser votado e usufruir dos benefícios oferecidos pela entidade como é o caso da inclusão de dependentes nos planos de saúde e odontológico, descontos diretos nos convênios com as instituições de ensino, clube, Sesc, entre outros, e indiretamente por meio do cartão de vantagens MasterClin. Confira-os nesta página em Serviços Prestados/Convênios.

Portanto, se você é secretário, secretária, estudante de secretariado ou aposentado na área, exerça os seus direitos. Imprima e preencha a Ficha de Filiação abaixo e apresente na sede do sindicato juntamente com a documentação exigida. A Taxa de Adesão é no valor de R$ 30,00 e deverá ser paga no ato de entrega da documentação.

A anuidade em 2019 será cobrada da seguinte forma, conforme resolução da assembleia de filiados, realizada em 31/10/2018:

Estudantes e Aposentados: R$ 140,00

Secretários Técnicos: R$ 180,00

Secretários Executivos: R$ 260,00

Secretários Executivos Bilíngues: R$ 300,00

Os valores acima são proporcionais ao mês de filiação e podem ser pagos com desconto de 15% (somente para o pagamento integral) e/ou em até quatro parcelas por meio de boletos, com vencimento nos meses de abril, junho, agosto e outubro.

OBS.: Ressaltamos que todo e qualquer sindicato é mantido por seus representados e quanto mais filiados, mais forte será. Assim sendo, filie-se ao SISDF e fortaleça a entidade que defende seus direitos, reivindica melhores condições de trabalho e luta por reajuste e salários diferenciados, entre tantos outros.

FICHA DE FILIAÇÃO

O SISDF VAI SOBREVIVER?

Se for para fazer, temos que dar o máximo.

           Após a aprovação da Reforma Trabalhista, em novembro 2017, na qual foi retirada a obrigatoriedade da cobrança da Contribuição Sindical, instaurou-se uma grave crise nos sindicatos. Não bastasse isso, o atual governo editou, em pleno carnaval, a MP 873 e a manutenção das entidades está novamente no centro das discussões.
        A dúvida que está passando pela cabeça de muitos dirigentes sindicais, e também dos trabalhadores conscientes da situação, é: "meu sindicato vai sobreviver?" Não é exagero dizer que o plano das elites saiu exatamente como elas queriam ajudadas pela velha mídia que encabeçam grandes campanhas difamatórias contra as entidades sindicais. Aos poucos, dirigentes viram a opinião pública e grande parte dos trabalhadores se voltarem contra eles.
       No entanto, o governo não teria conseguido seu intuito se não tivesse conduzido a opinião pública a uma espécie de ódio em relação aos sindicatos. Os poderosos utilizam boatos e informações distorcidas como estratégias. Infelizmente, muitas delas funcionam porque o trabalhador não busca a realidade das informações. Alguns secretários, inclusive, quando falamos sobre a necessidade de contribuir e manter o SISDF, acusam-nos de coação.
       A realidade é que a categoria já foi mais conscientizada sobre esse assunto. Mas cabe-nos esclarecer e incentivá-los a pesquisar quais as conquistas obtidas e as perdas que terão caso a entidade deixe de existir, especificamente no que diz respeito aos pisos salariais, os mais altos do país, principalmente nas áreas de representatividade do SEAC e do SESCON (os maiores empregadores de secretariado no Distrito Federal).
       Contamos também com o apoio das instituições de ensino para que façam a devida conscientização dos estudantes da importância do trabalho efetuado por esta entidade e os incentivem a buscar o sindicato. É necessário entender que se não houver a cobrança do exercício da profissão existente nas Convenções Coletivas aqui no DF, os cursos tenderão a fechar. Quanto maior for o apoio da sociedade envolvida com o secretariado, mais força o SISDF terá. Mas isso só irá acontecer se a categoria estiver sempre bem informada.
       O movimento sindical precisa se apresentar novamente como um ator político legítimo e fundamental para a defesa dos direitos trabalhistas, atento ao atual momento contra o derretimento da sua estrutura e, em objeção à reforma da previdência, pois as perdas são nefastas principalmente para as mulheres.