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  • Publicado na revista Excelência.
 

Categoria está mobilizada pela criação do seu Conselho

 Para os profissionais de secretariado a constituição do Conselho Profissional além de fiscalizar o exercício profissional irá instituir o sigilo profissional, para coibir os abusos cometidos contra esses profissionais.

Em razão de suas atribuições, o profissional de secretariado exerce, fundamentalmente, uma função de confiança dentro de qualquer organização. Guardiões e gestores de informações, esses profissionais, cuja atuação não se enquadra nas funções de mero expediente, precisam urgentemente estabelecer um código de ética - com força de lei - e instituir o sigilo profissional.

 

As rotinas organizacionais dependem muito do exercício eficiente e eficaz desses profissionais e o mercado de trabalho exige, cada vez mais, capacitação e domínio de novos equipamentos tecnológicos e – essencialmente - habilidades mais sofisticadas de comunicação. Desse modo, sua formação já abrange cursos técnicos, superior (bacharelado e tecnólogo) e de pós-graduação, que formam secretários altamente qualificados.

 

No entanto, a profissão, apesar de estar regulamentada há 23 anos, não possui um órgão que regulamente e fiscalize o exercício profissional, o código de ética e seus representantes permanecem indefesos contra qualquer tipo de abuso.

 

Neste Dia do Profissional de Secretariado – 30 de setembro, os Sindicatos das Secretárias(os) no Estado de São Paulo, com o apoio da FENASSEC-Federação Nacional das Secretárias e Secretários, celebram a data com um encontro que pretende divulgar e conscientizar autoridades e sociedade para a importância da criação de seu Conselho Profissional, a exemplo do que já ocorre com outras categorias como administradores, contadores, enfermeiros etc.

 

Com a presença de autoridades como o Presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, Deputados Federais e Estaduais, representante da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio, haverá uma Sessão Solene, por iniciativa do Deputado Simão Pedro, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo em comemoração ao Dia do Profissional de Secretariado e em prol da Criação do Conselho de Secretariado, no dia 6 de outubro, segunda-feira, a partir das 18h45m.

 

Para mais informações acessem: www.fenassec.com.br  
Fonte: Diap - setembro/08

01/10/2008 - DIA NACIONAL (Diap)
Secretárias também comemoram seu dia, 30 de setembro

Rais mostra que profissão tende a aumentar a cada ano. Em 2005, o número de profissionais era de 200.929. Um ano depois, passou para 202.670. A remuneração média também subiu

 

 

Elas assessoram os executivos no desempenho de suas funções, gerenciam informações, auxiliam na execução de suas tarefas administrativas e em reuniões, marcam e cancelam compromissos. Entre um dia e outro, estas profissionais - somente em 2006 eram mais de 200 mil em todo o País, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) - têm sua data comemorada no dia 30 de setembro.

 

A origem desta celebração se deu por conta de um invento - tido como uma de suas principais ferramentas de trabalho - em 1860: a máquina de escrever. Criada por Christopher Sholes, logo o simpático equipamento foi testado por sua filha, Lilian Sholes.

 

Por ser a primeira mulher a usar uma máquina de escrever, os fabricantes acabaram aproveitando a data de seu nascimento - Lílian nasceu em 30 de setembro de 1950 - para a realização de diversas atividades promocionais. Como muitas secretárias participavam destes eventos, eles acabaram instituindo esta data, como o seu dia.

 

A Rais mostra que a profissão tende aumentar a cada ano. Em 2005, o número de profissionais (entre secretário executivo, executiva, secretario bilíngüe, secretária trilingue e técnico em secretariado) era de 200.929. Um ano depois, passou para 202.670. A remuneração média também subiu, conforme mostra a tabela.

 

Rais - Número de empregos e remuneração média R$ em 31 de dezembro

 

 

UNIDADE DA FEDERAÇÃO

2005

2006

 

Empregos

Rem. Média

Empregos

Rem. Média

CBO 111220 - Secretário Executivo

11.786

1.511,90

12.630

1.542,80

CBO 252305 - Secretária executiva

97.283

1.414,95

101.889

1.515,20

CBO 252310 - Secretário bilíngüe

11.111

1.974,50

10.234

2.126,71

CBO 252315 - Secretária trilíngüe

1.079

1.439,17

1.018

1.481,62

CBO 351505 - Técnico em secretariado

79.670

979,17

76.899

1.040,18

Fonte: Rais/MTE

 

Descrição

Na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do MTE, é possível encontrar uma série de informações referentes à categoria da profissão de secretária.

 

Secretárias executivas e bilíngues: Coordenam e controlam atividades e equipes (pessoas que prestam serviços à secretária, como auxiliares de secretária, office-boys, copeiras, motoristas); controlam documentos e correspondências; atendem clientes externos e internos; organizam eventos e viagens, além de prestarem serviços em idiomas estrangeiros. Também podem cuidar da agenda pessoal dos executivos.

 

Condições gerais de exercício

As secretárias trabalham nas mais variadas atividades econômicas da indústria, comércio e serviços, além da administração pública, como assalariados com carteira assinada, estatutários, ou autônomos, sob supervisão ocasional. Assessoram chefias, atendendo a mais de um diretor ou uma área.

 

As secretárias bilíngüe-trilíngües realizam as mesmas atividades que as secretárias executivas e se diferenciam nas atividades que requerem fluência em língua estrangeira.

 

Formação e experiência

O exercício dessas ocupações requer curso superior em secretariado. Para as secretárias bilíngües e trilíngües, é fundamental a fluência em dois ou três idiomas estrangeiros.

 

O pleno desenvolvimento das atividades ocorre após dois ou três anos de experiência. (Fonte: MTE)
 
 

Secretárias lutam por conselho nacional para fiscalizar o exercício da profissão
 
28/09/2007
 Vanessa Negrini
 
 

A profissão de secretária e secretário executivo está regulamentada desde 1985, mas até hoje os profissionais lutam pela criação de um Conselho Nacional, com poder de fiscalização, para impedir que a profissão seja exercida por pessoas não habilitadas.

A questão foi colocada na sessão solene que comemorou nesta manhã, na Câmara Legislativa, o Dia da Secretária, 30 de setembro. A presidente do Sindicato das Secretárias e dos Secretários do Distrito Federal, Maria Normélia Nogueira, lembrou que há dez anos existem cursos superiores para formação desses profissionais no DF, mas as empresas continuam não fazendo distinção entre formados e não formados.

Autor da iniciativa da sessão solene, o deputado Chico Leite (PT), comprometeu-se a apresentar uma moção ao Ministério do Trabalho e à Casa Civil do Governo Federal, solicitando, em nome da Câmara Legislativa, a criação do Conselho Nacional do secretariado. “No Dia da Secretária nós preferimos homenagear com o debate. Discutindo a valorização da profissão, não apenas para as atuais profissionais, mas, inclusive, para as novas gerações que estão se preparando para entrar no mercado”, falou o líder petista.

Ao término da sessão, Chico Leite entregou dois buquês de flores a Normélia, em nome das profissionais presentes, e a secretária do seu gabinete paralamentar, Carmem Lúcia.

 


Forum de Debates sobre Competências Profissionais

A Fenassec - Federação Nacional das Secretárias(os), para atender um de seus objetivos - Desenvolvimento do ser humano como um todo: do estudante ao aposentado -, sempre em sintonia com os padrões internacionais e de vanguarda, por tratar-se de uma das profissões que mais cresce no mercado, desde 2002 vem realizando Fóruns Nacional de Debates sobre Competências Profissionais.

Na sua primeira edição tratou da "Qualificação e Requalificação dos Profissionais de Secretariado"; na segunda (2004) o tema foi "Da formação que temos à atuação que o mercado exige".

Em continuidade a esse trabalho e com o objetivo de garantir a participação e atuação dos estudantes, profissionais de secretariado e docentes da área, nos rumos da profissão, a Fenassec determinou que os Sindicatos de Secretárias(os), em 2005, realizassem Fóruns em sua região, para discussão do tema "Níveis de atuação do profissional de Secretariado", para subsidiar o III Fórum Nacional de Debates sobre Competências Profissionais, em 2006, em Florianópolis/SC.
                                                                               
                                                                                                                                  Fonte: www..fenassec.com.br
                                                                             
Mercado de trabalho

Cargos novos, como os de web designers e estilistas, são ocupações com maior chance de remuneração elevada.

Profissionais que ocupam cargos criados recentemente, como estilistas e web designers, têm mais chance de receber maior aumento de salário do que os que ganham a vida em profissões tradicionais, como médicos e advogados. A afirmação vem a partir Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online, site de empregos.

Conforme o levantamento, entre junho de 2005 e junho deste ano, o crescimento salarial dos cargos novos foi 7,97% maior do que para cargos convencionais. Os primeiros receberam, em média, aumento de 15,27%, ao passo que os últimos tiveram 6,76%. A Catho Online considera tradicionais as profissões que já têm processos de trabalho estabelecidos.

A diretora Executiva do Grupo Labor, entidade especializada em Recursos Humanos, Carmen Cavalcanti, concorda com o resultado da pesquisa. Segundo ela, os salários para profissões tradicionais caíram no DF. "A remuneração de um médico, por exemplo, não é compatível com a qualidade desse profissional", diz. "No passado, o médico podia trabalhar em um só lugar; hoje, precisa se dividir em dois ou três empregos", completa.

Wireless

Entre os novos cargos, os que tiveram maior destaque, conforme o estudo, foram "administrador ou técnico de rede wireless" e "web designer ou produtor de conteúdo", com aumentos salariais de 22% e 19% respectivamente. Segundo o consultor da pesquisa, Mário Fagundes, as mudanças tecnológicas e os rumos da economia são responsáveis pela criação das novas profissões e pela mudança de atribuições dos cargos tradicionais.

Fagundes cita os veterinários especializados em lidar com animais de pequeno porte para exemplificar essa realidade. "Nos últimos anos, o comércio para bichos de estimação cresceu assustadoramente. Esses veterinários trabalham para um público muito específico e tendem a ganhar cada vez mais espaço no mercado", ressalta. Outros setores que devem crescer, de acordo com o consultor, são Turismo, Hotelaria, Telecomunicações e Prestação de Serviços.

Apesar das boas notícias para os veterinários, Susana Tavares Elias, 33 anos, afirma que ganhar dinheiro na área não é tão simples assim. Formada há quase 10 anos, a veterinária veio do Rio de Janeiro para Brasília em busca de mais oportunidades. "Quem já está no mercado tem muita chance de crescer. Mas, para os recém-saídos da faculdade, é mais difícil", diz ela.

Pet shop

Susana é dona de um pet shop na 405 Norte desde 2002. Ela conta que, antes de abrir a empresa, precisava fazer plantão noturno e trabalhar aos fins de semana se quisesse garantir alguma renda no fim do mês. "Até que eu resolvi investir na loja", conta. A veterinária diz, no entanto, que nem sempre abrir um pet shop significa ter sucesso. "Se o empresário vem para o mercado só para ganhar dinheiro, logo fecha as portas. É preciso ter amor pelo que se faz", acredita.

Para Christine Martins, professora da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília (UnB), é possível viver bem se o veterinário tiver capital para investir no próprio negócio. Segundo ela, um profissional recém-formado ganha, em média, R$ 1 mil, mas trabalhando em regime de plantão. "Tenho dó de ver alguns ex-alunos virando bancários porque não conseguem sobreviver como veterinários", diz.

A Catho Online analisou 40 cargos (20 novos e 20 convencionais), em posições gerenciais, administrativas e técnicas de 48 ramos de atuação.

É importante ter metas para a carreira

A pesquisa também destacou as profissões que tiveram maior queda salarial: secretária bilíngüe (-14,44%), contador (-11,13%) e ferramenteiro (-16,78%). O consultor do estudo, Mário Fagundes, lembra que reduções e aumentos de até 5% são considerados normais.

A presidente do Sindicato das Secretárias e Secretários do DF (SIS/DF), Maria Normélia Alves Nogueira, discorda da pesquisa. Segundo ela, os salários da categoria são revisados todo ano. "A procura é sempre maior do que o número de demissões", ressalta.

Para a secretária júnior Gigliany Matos Chaves, 21 anos, a remuneração da categoria está defasada. Ela está no 6º semestre do curso de Secretariado Executivo, mas já é contratada em uma entidade de classe e ganha R$ 1,4 mil mensais. Para ela, o principal problema é a falta de exigência do diploma para atuar como secretária. "Hoje, infelizmente, qualquer pessoa pode ocupar o meu lugar", observa.

Apesar disso, Gigliany acredita que o mercado ainda pode crescer. Segundo ela, a profissão é vista com muito preconceito e o nome "secretária" não remete a todas as atividades do cargo. "A secretária é a chave fundamental nos processos de organização da empresa", opina.

A diretora Executiva do Grupo Labor, Carmen Cavalcanti, acredita que o papel da secretária está mudando. De acordo com Carmen, o profissional dessa área deve ser organizado, criativo e crítico. "Hoje em dia, as secretárias precisam se antecipar aos fatos", alerta.

Competição

Mas a recomendação de Carmen não vale apenas para as secretárias. A diretora afirma que, para manter-se no mercado de trabalho, é preciso deixar de lado a visão paternalista do emprego. "Espera-se que todo profissional tenha nas mãos as rédeas de sua carreira", orienta.

Segundo ela, a competição por uma vaga está maior, porém, ao mesmo tempo, é difícil conseguir mão-de-obra qualificada, principalmente no DF. "Brasília tem um mercado atípico. Os melhores profissionais estão empenhados em passar em concursos públicos", constata. "A iniciativa privada é tida como instável, mas as pessoas precisam ter ciência de que essa história de emprego fixo está acabando", diz.

Uma maneira de não ficar para trás, conforme Carmen, é elaborar metas de crescimento profissional. "As empresas buscam, cada vez mais, profissionais bem preparados", destaca.
 

                                                                                                                                  Jornal de Brasília - DF
                                                                                                   13/11/2006

 
 Vinte anos de regulamentação do secretariado       
                       
Profissionais estão se aperfeiçoando cada vez mais e exigem que o diploma seja respeitado.

Quando alguém diz "secretária", em geral nos vem à mente a imagem de uma mulher discreta e elegante em um tailleur, uma expressão neutra e eficiente no   rosto, anotando alguma coisa e falando ao telefone. A figura descrita acima ainda pode ser encontrada em alguns escritórios, mas não se engane: o perfil das secretárias está mudando, e elas não são mais seres sem liderança e sem opinião, cujas funções se restringem às tarefas automáticas de intermediação de ligações e do cafezinho.

No próximo 30 de setembro, Dia da Secretária, a profissão completa 20 anos de regulamentação no Brasil e em grande estilo: com curso superior de Secretariado Executivo. O curso prepara profissionais da área para tornarem-se cada vez mais assessores e gestores, e não mais peças secundárias no funcionamento da empresa.

Outro ponto positivo é o ingresso de homens nesse mercado de trabalho antes eminentemente feminino. Há, ainda, a proposta da criação de um Conselho Nacional para a profissão, à semelhança dos conselhos de Medicina e Direito, que só permita a contratação para o cargo de secretário ou secretária pessoas com formação técnica ou superior na área.

A categoria já tem como órgão regulador a Federação Nacional dos Secretários e Secretárias (Fenassec), que congrega os sindicatos de profissionais de secretariado de todos os estados. Mas a Fenassec não tem poderes de fiscalização de contratação de profissionais. A regulamentação da profissão, de 1985, diz o seguinte: quem se forma em secretariado técnico ou executivo deve registrar-se na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) mais próxima como secretário ou secretária.
Quem, antes de 85, já exercia a profissão há pelo menos três anos ou mais, não precisou fazer curso para ser reconhecido como secretário. Foi necessário comprovar a experiência e cadastrar-se nas DRTs. A legislação recomenda às empresas que só contratem, para secretariado, profissionais com curso técnico ou superior. Não foi designado, no entanto, nenhum órgão para fazer a fiscalização.

A Fenassec pede a todos os formados em curso técnico e superior que se registrem nas DRTs tão logo tenham o diploma em mãos. "Claro que existem os que exercem sem ter nenhuma formação, mas têm muita gente que se forma e não vai até a DRT fazer o registro. A categoria precisa se unir", diz Maria do Carmo Assis, diretora da Fenassec em São Paulo. Ela informa que, atualmente, estima-se que existam 1,8 milhões de indivíduos exercendo a profissão de secretário no Brasil. Destes, somente 100 mil são registrados nas DRTs.

No Distrito Federal, o quadro da profissão não é diferente. Segundo Normélia Alves Nogueira, 50 anos, presidente do Sindicato dos Secretários e das Secretárias do DF (SISDF), existem cerca de 20 mil pessoas exercendo funções de secretariado em Brasília e nas cidades satélites, dos quais apenas 3 mil são registrados.  

Categoria bem-capacitada

Problemas de fiscalização e cadastro à parte, os profissionais de secretariado parecem felizes com as conquistas dos últimos 20 anos. Ana Cristina Silva, 37 anos, secretária de diretoria no Ministério das Comunicações há 15 anos, faz parte da coordenação do curso de Secretariado Executivo da Faculdade Alvorada e, ressalta, como exemplo da evolução de sua carreira, a profundidade e a gama de assuntos que passaram a ser da competência de secretários e secretárias.

O secretário-executivo exerce tarefas de um assessor, gestor, gerenciador, explica. Na faculdade, estuda disciplinas como estatística, matemática financeira, alguns aspectos de Direito, gestão de pessoas e de informações, dois ou mais idiomas. Cristina, que atualmente faz pós-graduação em Gestão de Pessoas, acredita que os secretários e secretárias de hoje têm espírito de liderança e desenvoltura para gerir e tomar decisões na ausência dos superiores. Já ocorreu várias vezes de ter que ter jogo de cintura, pensar por conta própria e tomar decisões na ausência do chefe, contou.

Já Normélia Alves Nogueira, secretária por 26 anos, atualmente funcionária do Ministério dos Transportes, aponta outra mudança em relação ao trabalho da categoria: eles estão muito mais profissionais. Hoje já não existe tanto aquela secretária que conhece e trata dos problemas pessoais do chefe, como aniversário das crianças, ex-esposa, etc. Mesmo porque muitas já nem são secretárias de um chefe, e sim de uma empresa. É essencial separar o profissional do pessoal, opina. 

                                                                                                          Jornal de Brasília
                                                                                                                                         26 de Setembro de 2005